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Agro & Economia

Setor de serviços fatura R$ 38,1 bilhões em MS

Atividade concentra 39,9% das receitas, enquanto serviços profissionais aparecem na segunda posição

Setor de serviços fatura R$ 38,1 bilhões em MS
Setor de transportes liderou o faturamento dos serviços em Mato Grosso do Sul, com R$ 15,2 bilhões em receitas em 2024, segundo o IBGE - Foto: Saul Schramm / Reprodução

O setor de serviços não financeiros registrou R$ 38,1 bilhões em receita bruta em Mato Grosso do Sul em 2024. Desse total, R$ 15,2 bilhões vieram de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, segmento que respondeu por 39,9% de todo o faturamento. Os dados são da Pesquisa Anual de Serviços (PAS) 2024, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dentro desse grupo, o transporte rodoviário movimentou sozinho R$ 10,8 bilhões. O valor representa mais de dois terços da receita obtida pelo conjunto formado por transportes, serviços auxiliares e correio no Estado.

Os serviços profissionais, administrativos e complementares aparecem na segunda posição entre as atividades, com R$ 8 bilhões em receita. Na sequência estão os serviços prestados às famílias, com R$ 4,8 bilhões, e outras atividades de serviços, com R$ 4,3 bilhões.

Os serviços de informação e comunicação movimentaram R$ 4,1 bilhões, enquanto alojamento e alimentação registraram R$ 3,8 bilhões em receita no período.

MS responde por 1,1% da receita nacional Na comparação entre os estados, Mato Grosso do Sul teve a 15ª maior contribuição para a receita nacional do setor, respondendo por 1,1% do total brasileiro.

São Paulo liderou o ranking, com R$ 1,55 trilhão, equivalente a 45% dos R$ 3,44 trilhões registrados no país. Na outra ponta, o Acre apresentou a menor receita bruta, com R$ 2,7 bilhões.

Pesquisa mudou metodologia Os números são referentes a 2024 e foram coletados em 2025. Nesta edição, o IBGE alterou a metodologia utilizada na PAS. A Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), que servia como principal fonte para identificar empresas ativas, foi substituída pelo eSocial, além de outras mudanças nos critérios adotados.

Segundo o instituto, as alterações provocaram uma quebra da série histórica a partir de 2024, com maior impacto entre empresas com menos de cinco pessoas ocupadas. Por isso, os resultados atuais exigem cautela em comparações diretas com os anos anteriores.

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